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Programação do Cinema do CIC

Quinta, 07 de Janeiro de 2016
O Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC) tem sessões gratuitas todas as semanas, de quinta-feira a domingo. A realização é uma parceria entre Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). 
 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA PARA ABRIL


De 31 de março a 3 de abril
 
Festival Planeta.doc

O Festival Internacional de Cinema Socioambiental Planeta.doc finaliza a sua segunda edição com uma mostra de filmes que investigam a tão desejada e dificilmente conquistada qualidade de vida. Serão exibidos quatro dos 30 filmes vencedores da segunda edição do Festival, que recebeu ao todo 900 inscrições de 38 países.

 
 
 
 
Cerimônia de Premiação Planeta.doc
Cerimônia de premiação do Festival Internacional de Cinema Socioambiental Planeta.doc.
 
SESSÃO: dia 31 de março (quinta-feira), às 19h30.
 
Festival Planeta.doc: O Menino e o Mundo
Direção: Alê Abreu
Sinopse: Um garoto mora com o pai e a mãe em uma pequena casa no campo. Diante da falta de trabalho, o pai abandona o lar e parte para a cidade grande. Triste e desnorteado, o menino faz as malas, pega o trem e vai descobrir uma sociedade marcada pela pobreza e exploração.
 
SESSÃO: dia 31 de março (quinta-feira), às 20h.
 
Festival Planeta.doc: Planetário
(De Guy Red, Grã Bretanha, 85min)
Sinopse: Estamos no meio de uma crise global de perspectiva, pois esquecemos a verdade de que tudo está conectado. Planetário é uma chamada para despertarmos, provocante e de tirar o fôlego, uma jornada cinematográfica transcontinental, que explora nossas origens cósmicas e nosso futuro como espécie. É um lembrete poético de que é hora de mudar a nossa perspectiva. Hora de lembrar que somos planetários.
 
SESSÃO: dia 1º de abril (sexta-feira), às 20h.
 
Festival Planeta.doc: Naquela Época e Hoje
(De Luiz Adelmo, Brasil, 80min)
Sinopse: O filme explora magistralmente a mudança na qualidade de vida dos brasileiros nas últimas décadas. Temas como saúde, trabalho, locomoção entre outros, são tratados de forma didática na voz de especialistas e brasileiros.  Uma comparação com o passado próximo que pode nos levar à reflexão sobre a forma de viver atualmente nas cidades.
 
SESSÃO: dia 2 de abril (sábado), às 20h.
 
 
Festival Planeta.doc: Todo o tempo do Mundo
(De Suzane Crocker, Canadá, 87min)
Sinopse: Uma família com três filhos deixa o conforto do seu lar para viver durante nove meses no interior quase deserto do Norte do Canadá. Sem acesso rodoviário, sem eletricidade, sem água corrente, sem internet e sem um único relógio.  De forma poética, percorremos a intimidade de uma família que descobre profundidade e intimidade ao modificar sua  forma de utilizar o tempo.
 
SESSÃO: dia 3 de abril (domingo), às 20h. 
 
De 7 a 10 de abril
 
 
Clássicos: Casablanca
Direção: Michael Curtiz
Duração:  102min
Ano: 1942
País: EUA
Classificação etária:  livre
Sinopse: Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos fugitivos tentavam escapar dos nazistas por uma rota que passava pela cidade de Casablanca. O exilado americano Rick Blaine (Humphrey Bogart) encontrou refúgio na cidade, dirigindo uma das principais casas noturnas da região. Clandestinamente, tentando despistar o Capitão Renault (Claude Rains), ele ajuda refugiados, possibilitando que eles fujam para os Estados Unidos. Quando um casal pede sua ajuda para deixar o país, ele reencontra uma grande paixão do passado, a bela Ilsa (Ingrid Bergman). Este amor vai encontrar uma nova vida e eles vão lutar para fugir juntos.
 
SESSÕES: dias 7 e 9 de abril (quinta-feira e sábado), às 20h.
 
 
Curtas Paraibanos (85 min)
 
Com a exibição dos filmes:
 
A Canga (12min, 2001), Marcus Vilar
Baseado no conto de mesmo nome, que depois virou romance, de Waldemar José Solha. Retrata as dificuldades de relacionamento de uma família no sertão nordestino. A ação transcorre no meio de uma lavoura seca, onde o velho Ascenço Texeira, obriga os filhos, a esposa e a nora grávida a colocarem nos ombros uma canga de boi.
 
A Queima (13min, 2013), Diego Benevides 
No universo mítico que permeia os canaviais, entre sensações e tradições relativas à queima da cana-de-açúcar, nasce a chegada de um personagem misterioso. Nos três dias que antecedem a queima, Macário surge para impedir o fogo.
 
Malha (14min, 2013), Paulo Roberto
“"E as crenças singulares traduzem essa aproximação violenta de tendências distintas..."” "“...saem das missas consagradas para os ágapes selvagens..."” Euclides da Cunha (Os Sertões). A violenta materialização de um festejo popular, a malhação do Judas, no interior da Paraíba, onde os credos religiosos de um povo servem de pano de fundo para a entrega visceral ao escárnio profano.
 
Catástrofe (14min, 2013), Gian Orsini.
Alice começa a sentir transformações em seu corpo, tremores, estranhas sensações. A chegada da catástrofe é inevitável.
 
Acho bonito o que veste  (9min, 2015), Marcelo Coutinho
A moda em trânsito, no limite geográfico do seu alcance, impulsionada pela influência televisiva.
 
Leprosário (10min, 2012), Luís Barbosa
Por décadas as comunidades de atingidos pela Hanseníase permaneceram isoladas. Hoje, mais do que nunca, estas pessoas fazem parte da cidade.
 
Transmutação (12min, 2013), Torquato Joel
O fogo liquefaz o que é sólido.
 
SESSÕES: dias 8 e 10 de abril (sexta-feira e domingo), às 20h.
 
 
De 14 a 17 de abril
 
Clássicos: Cantando na Chuva
Direção: Stanley Donen, Gene Kelly
Duração:  103 min
Ano: 1952
País: EUA
Classificação etária: Livre
Sinopse: O filme retrata justamente a mudança do cinema mudo para o falado, que data de 1927. Dois famosos bailarinos precisam fazer a mesma transição em suas carreiras. Um se sai muito bem, enquanto o outro se aproveita da amizade com uma jovem que sonha em ser atriz, mas tem que trabalhar como dubladora de sua voz. Quando os dois bailarinos se vêem apaixonados por ela, no entanto, começa uma disputa pela sua atenção.
 
SESSÕES: dias 14 e 16 de abril (quinta-feira e sábado), às 20h.
 
 
Strangloscope
Mostra internacional de performance, áudio, vídeo e filme experimental no CIC. Confira a programação completa do evento.

Interlúdio
 
Pré-estreia do longa-metragem experimental Interlúdio, com exibição dos curtas-metragens Ruína e Digitaria abrindo a sessão, todos do diretor Gabraz Sanna, que participará de debates após as projeções.  
 
Além do diretor, a mesa de debate será composta pela Profa. Dra. Ramayana Lira Unisul), Profa. Dra. Clelia Mello (UFSC) e Duo Strangloscope.
 
Sobre o diretor Gabraz Sanna 
Gabraz é um artista visual com forte inclinação ao cinema experimental. Trabalhou em dezenas de projetos entre cinema e artes plásticas nos mais diversos formatos, alternando e por vezes acumulando as funções de roteirista, diretor, fotógrafo e montador. Em 2006, estabeleceu uma parceria com a escritora e psicanalista Lucia Castello Branco para a realização de uma série de filmes com alguns sujeitos singulares da literatura em língua portuguesa. Então nasceu a trilogia 'Absolutamente sós', entre encontros com Manoel de Barros, Llansol e Bethânia. Recentemente lançou o curta 'We are Dreamers!', parte do novo filme-disco dos Tindersticks comissionado pelo Clermont Ferrand Intenational Film Festival e também Ruína, que estreou na Berlinale em 2016. Há sete anos é curador da Mostra do Filme Livre, um dos principais festivais de cinema independente do país.
 
SESSÃO: dia 15 de abril (sexta-feira), às 20h30min.
 
Curtas-metragens de Cris Miranda
 
Sessão de curtas-metragens experimentais da diretora Cris Miranda, seguido de debate. Além da diretora a mesa de debate será composta pelo prof. Dr. Rodrigo Garcez e Duo Strangloscope.
 
Com a exibição dos filmes:
Contraponto (3 min) 
Sinopse: Uma síntese entre duas experiências temporais opostas. Meditações sobre a tirania e a volatilidade do tempo.
 
Vermelha é a luz do freio (6min44seg / 2013)
Sinopse: Pequenos gestos de uma longa despedida.
 
Maçã com sabor de gasolina (12min57seg / 2012) 
Sinopse: Não se pode esconder a alma.
 
Para limpar lágrimas, Paulo Leminski (10min07seg / 2008) 
Sinopse: A poesia de Paulo Leminski do ponto de vista de quem vê de dentro de um diamante, uma orquestração de relâmpagos, um poema de amor.
 
Sobre a diretora Cris Miranda 
Artista visual, nascida no Rio de Janeiro, realizou diversos filmes experimentais exibidos em Festivais Internacionais de Cinema no Brasil, França, Espanha, EUA, Austrália, Argentina, México e Colômbia. Foi curadora da Mostra do Filme, no Rio de Janeiro, no ano de 2013, das sessões de filmes experimentais do Festival Cine Música, em Conservatória, em 2013 e 2012, júri do Festival International Signes de Nuit, em Paris, em 2013 e curadora/organizadora da Mostra de filmes experimentais Brasil França, Cinema e Poesia uma navegação entre névoas e sonhos, realizada na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 2013. Em 2015 organizou a primeira edição do DOBRA Festival Internacional de Cinema Experimental, primeiro festival de cinema especialmente voltado para a exibição de filmes experimentais e obras fílmicas expandidas da cidade do Rio de Janeiro. É professora do curso de Fotografia e Cinema da Universidade Estácio de Sá e aluna do doutorado no Programa de Pós Graduação do Instituto de Artes da UERJ, com pesquisa voltada para o cinema experimental e a memória da cidade do Rio de Janeiro.
 
SESSÃO: dia 16 de abril (sábado), das 17h30min às 19h.
 
 
Workshop Cine Obscenidades - O sexo cinematográfico
Com o prof. Dr. Rodrigo Gerace (SP) 
Público-alvo: estudantes de cinema, artistas audiovisual 
Consiste em 4 horas/aula com projeção de imagens e trechos de filmes. 
Apresentará o panorama crítico das representações cinematográficas do sexo, do período silencioso às experimentações estéticas em torno do corpo e do desejo nas vanguardas artísticas e no cinema underground. O curso faz uma leitura ideológica e política sobre a abordagem do sexo, ancorado em Michel Foucault, desde as pioneiras cenas de nudez e beijos no “cinema de atrações”, passando pelos stagfilms (erotismo explícito no início do século XX) e pelas imagens codificadas do sexo no cinema experimental. O principal objetivo é revelar o arquivo histórico deste “primeiro cinema” em filmes raros e transgressores, questionando reflexões sobre erotismo, pornografia e obscenidade.
 
Sobre Rodrigo Gerace
F
ormado em Sociologia (UNESP), com mestrado e doutorado em Cinema (UFMG e Universidade Nova de Lisboa). Pesquisador, crítico e professor de cinema, concebeu a Mostra Cine Privê – O Erotismo no Cinema. Autor da dissertação O cinema de Lars von Trier: dogmatismo e subversão (2006) e da tese Cinema-explícito: representações cinematográficas do sexo (2011), recém lançada em livro pela Editora Perspectiva e Edições SESC (SP).
 
 
SESSÃO: dia 17 de abril (domingo), das 16h às 20h.
 
 
De 21 a 24 de abril
 
 
Clássicos: Desejos Proibidos 
Direção: Max Ophüls
Duração:  105min
Ano: 1953
País: França/Itália 
Classificação etária: 10 anos
Sinopse: Quando a ilusória imagem de um matrimônio feliz se confunde com a estranha jornada de um par de brincos, a tragédia se instala… Ophüls retorna ao luxo do século XIX para analisar com requinte a superficialidade e a instabilidade das paixões.
 
SESSÕES: dias 21 e 23 de abril (quinta-feira e sábado), às 20h.
 
 
Curtas: Outra terceira idade (51 min)
Seleção de curtas com histórias de personagens na terceira idade que podem quebrar o tabu.
 
Daqui nóis não arreda o pé (15min), Jairo Teixeira dos Santos
As irmãs Tonha e Aparecida são o alvo da zombaria da molecada e da ira de alguns moradores de Santana do Jacaré, que querem expulsá-las da cidade.
 
Brilhantino (16min), Ériton Bernardes Berçaco
Depois de perder suas terras, Brilhantino se recusou a ir embora, passando a morar em uma caverna.
 
O Terceiro Velho (15min), Marcus Vilar
Em mais uma noite de trabalho, uma prostituta serve a três homens de idade avançada. Seus estranhos clientes, no entanto, levam-na a vivenciar situações inesperadas em que desejo, medo e solidão misturam-se e tomam forma.
 
A Melhor Idade (5min ), Adriano Soares
Imagens documentais e ficção se misturam para abordar um dia na vida de três idosos, indo do estereótipo a uma abordagem diferenciada e desconstruindo preconceitos, paradigmas e a ditadura da imagem.
 
SESSÕES: dias 22 e 24 de abril (sexta-feira e domingo), às 20h.
 
 
De 28 de abril a 1º de maio
 
 
Clássicos: A dama oculta
Direção: Alfred Hitchcock
Duração: 97min
Ano: 1938
País: EUA
Classificação etária: 12 anos
Sinopse: Em uma pequena cidade da Europa, um grupo de passageiros fica retido por causa de uma forte nevasca. Eles dormem em uma estalagem antiga e viajam no dia seguinte. Iris Matilda, uma jovem rica e atraente, toma uma pancada na cabeça antes de embarcar no trem, quem a ajuda é a Srta. Froy. As duas embarcam e passam um tempo juntas. Mais tarde, já cansada, Iris dorme. Quando acorda não consegue mais encontrar a senhora que a ajudou e ao perguntar para os outros passageiros do trem sobre ela, é surpreendida com a resposta de que ninguém nunca viu e nem ouviu falar de tal mulher. 
 
SESSÕES: dias 28 e 30 de abril (quinta-feira e sábado), às 20h.
 
 
Clássicos: Um corpo que cai
Direção: Alfred Hitchcock
Duração: 128min
Ano: 1958
País: EUA
Classificação etária: 10 anos
Sinopse: Em São Francisco, um detetive aposentado (James Stewart), que sofre de um terrível medo de alturas, é encarregado de vigiar uma mulher (Kim Novak) com possíveis tendências suicidas, até que algo estranho acontece nesta missão.
 
SESSÕES: dias 29 de abril e 1º de maio (sexta-feira e domingo), às 20h.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC