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Histórico

(Foto: Márcio Henrique Martins / Assessoria de Comunicação FCC)


Inaugurado em 14 de novembro de 1982 e batizado em 1997 como Teatro Ademir Rosa, é o melhor de Santa Catarina, com capacidade para 906 pessoas na plateia. Administrado pela Fundação Catarinense de Cultura, órgão cultural do governo do Estado, ele ocupa uma área total de 1.746,46 metros quadrados.

A abertura oficial do Teatro Ademir Rosa ao público ocorreu no dia 25 de julho de 1983, com a apresentação do espetáculo "O Grande Circo Místico", do Ballet do Teatro Guaíra, de Curitiba. Desde então, tem recebido espetáculos estaduais, nacionais e internacionais.

O nome dado ao Teatro é uma homenagem ao ator catarinense Ademir Rosa, que morreu de câncer em 1997. Nascido em Florianópolis, ele formou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e fez pós-graduação/especialização em Teatro-Educação pela Universidade do Estado (UDESC). Foi professor de História na rede estadual de ensino, no Colégio de Aplicação da UFSC e em cursos pré-vestibulares. Também deu aulas de Sociologia Rural na UFSC.

No teatro, ajudou a fundar os grupos Armação, um dos mais antigos de Santa Catarina, e Dromedário Loquaz, responsáveis por algumas das principais montagens realizadas no Estado nos anos 80. Como ator, atuou, entre 1970 e 1996, em O Santo Inquérito (de Dias Gomes), Celestina (Fernando Rojas), Sedimentação Movediça da Sociedade (Gelcy Coelho), Contestado (Romário Borelli), Está Lá Fora Um Inspetor ( J.B Priestley), Caminho de Volta (Consuelo de Castro), Clitemnestra Vive (Marcos Caroli Resende), Um Grito Parado no Ar (Gianfrancesco Guarnieri), Oração Para Um Pé-de-chinelo (Plínio Marcos), A Importância de Estar de Acordo (Bertolt Brecht), Nó Cego (Carlos Vereza), Que Se Passa, Chê? (Carlos Carvalho),Curto-circuito (Timochenko Wehbi), O Inspetor Geral (Nicolai Gogol), Os Órfãos de Jânio (Millôr Fernandes), PT – 11 Anos (Chico Veríssimo), O Gambá Que Não Sabia Sorrir (Rubens Alves), A Estória (Ademir Rosa), Acorda Raimundo (Fátima Lima), Pimba (espetáculo performático), Karakukerá (Mário Santos e Lau Santos), A Saga dos Manés (Márlio Pereira da Silva) e O Trem da História (Mário Silveira da Silva).

No cinema, Ademir Rosa atuou em cinco curtas-metragens e documentários e, como figurante, no longa Prata Palomares, de André Farias. Também trabalhou em um vídeo e num programa de televisão sobre a vida e a obra dos escritores Salim Miguel e Eglê Malheiros.

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC